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4 Contos Matinhenses

4 Contos Matinhenses

Conheça um pouco do folclore de Matinhos através destes 4 contos:

O carona da bicicleta

Acontecia sempre na rua próximo à caixa d’água em Caiobá, na via que vai para Prainha e Guaratuba. Altas horas, quando os moradores passam por ali de bicicleta, ouvem uma voz que pede licença para ir na garupa. Certa vez, um senhor chamado Carlos permitiu a carona e pouco adiante disse: – Sai coisa feia, você é muito pesado. E a partir daí a bicicleta ficou leve e ele pôde seguir seu caminho. Os moradores evitam passar por este caminho à noite.

O homem de branco

Conta-se que na região de Matinhos existiam muitos índios carijós e que havia muito ouro nas montanhas. Das histórias dos primeiros colonizadores, destaca-se a figura de um “homem de branco” que, à época, começou a fazer contato com os índios e ficou amigo deles. Os índios perceberam que o homem queria o ouro deles e tentaram logo se proteger. Cada vez que este homem os procurava, eles se afastavam, porque constataram que o ouro estava desaparecendo.

Na verdade os brancos queriam a região, o Bairro Tabuleiro, morro do Cabaraquara, onde existem, ainda, muitos sambaquis entre as matas. Um dia o “homem de branco” começou a ficar doente, com muitas dores. Acredita-se que a causa foi envenenamento, causado pelos próprios indígenas, através de bebidas que foram oferecidas ao homem. Até hoje, alguns moradores do antigo local relatam que o “homem de branco” ainda assombra a região e a quem mora ali.

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 Serpente da figueira

Há muitos anos atrás no canal do Milone (mil homens) no bairro Tabuleiro, existia um pé de figueira, na qual vivia uma serpente; era o caminho que as pessoas usavam para ir ao balneário Caiobá. Segundo contam, a serpente não deixava ninguém passar, assombrando-as. Hoje a figueira não existe mais, mas as pessoas contam que a serpente continua assombrando os moradores.

Motoqueiro fantasma

O povo conta que na Rodovia Alexandra-Matinhos, mais precisamente em uma reta longa que inicia próximo a entrada da Cachoeira da Quintilha até a próxima curva, sempre durante a noite acontece à aparição de uma motocicleta que assombra os viajantes. Quando os motoristas entram neste trecho, aparece uma luz forte e alta, há quem dizem que parece uma luz de Kombi como se estivesse com um dos faróis queimados, mas o som do motor da moto é inconfundível.

Após os motoristas cruzarem o tal trecho a motocicleta desaparece sem explicação. Existem pessoas que relatam que já fizeram à tentativa de parar ou diminuir a velocidade com esperança de ver o tal motociclista, mas como nas outras histórias a luz e o motoqueiro desaparecem.

Acompanhe o blog e conheça outros contos

Fonte: Cartilha Lendas e Contos Populares do Paraná

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